© Veríssimo Dias

 
 
 

Vejo porque acredito ...

Veríssimo Neves Dias, nascido em Angola no mês Abril de 1955.
Profissão: biólogo e consultor em ambiente.
Vivo actualmente em Portugal, mas na juventude vivi muitos anos na ex-URSS. Tenho, pois, uma alma tripla: africana, lusa e eslava.

Faço fotografia há mais de 30 anos.

Principal material usado:

Analógico
Grande formato: Sinar P e Linhof;
Médio formato: Pentax 6x7
35 mm: Cânon, Nikonos e Leica

Digital
compacto: Ricoh GR Digital
Reflex: Canon e Leica

Principais acessórios: tripé, fotómetro, molduras de composição

Tenho duas abordagens-tipo relativamente à fotografia: a atitude do momento decisivo (na senda de Cartier-Bresson), em que "tiro fotografias" e a postura contemplativa, de visualização prévia (na senda, em parte, de Ansel Adams) em que "faço fotografias".
Entre os dois contextos ocorrem as gradações possíveis.
Em todos os casos, cada "clique" é um instante que condensa um grande júbilo interior.

Embora respeite a fotografia a cor, os meus trabalhos são, maioritariamente, a preto e branco.
Sou um adepto da fotografia pura, com composições sóbrias e simples que procuram a melhor luz possível e buscam harmonizar emoção e geometria.
Fotografo principalmente cenas de quotidianos humanos (especialmente urbanos) e paisagens.
Faço também retrato e fotografia de fauna e flora (preto e branco e cor).

Na fotografia a preto e branco, as minhas principais inspirações são Henry Cartier-Bresson, Edward Weston, Ansel Adams, Josef Koudelka, Robert Capa e Dorothea Lange.

Aprecio também Alfred Stieglitz, August Sander, Berenice Abbot, Eve Arnold, Eugene Atget, Margaret Bourke-White, Lewis Hine, Alvarez Bravo, André Kertész, Elliot Erwitt, Bill Brandt, Aleksander Rodchenko, Harry Callahan, W. Eugene Smith, Alberto Korda, Edouard Boubat, Robert Doisineau, Paul Strand, Yevgeni Kaldei, Brassai, Yousuf Karsh, Diane Arbuz, Leni Riefenstal, Sebastião Salgado, Cristina Garcia Rodero, James Nachtwey e Steve McCurry.

Na fotografia da natureza (em grande formato e/ou formato panorâmico e/ou médio formato) aprecio Jack Dykinga, Kristopher Burkett, Lee Frost, David Noton, Joe Cornish, Michael Fatali, David Muench, Lynn Radeka, Nick Meers, Mark Segal e Michael Busselle.
Em formato 35 mm, gosto especialmente dos trabalhos de Frans Lanting, mas aprecio também Heather Angel, Jim Brandeburg, Art Wolfe, Art Morris, Mary Ann McDonald, Konrad Wothe, Jonathan & Angie Scott,Mitsuaki Iwago e Fritz Polking.

Entre fotógrafos portugueses que aprecio, posso citar Homem Cardoso, António Júlio Duarte, José Manuel Rodrigues e Eduardo Gageiro.

A fotografia é para mim um grande amor e uma imensa paciência.
Fotografo porque vejo e vejo porque acredito ...

Veríssimo Neves Dias

 
 


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